Data centers

Data center não se instala onde há terreno.
Se instala onde há energia.

Prospecção de áreas, viabilidade energética, subestação, conexão, geração própria e armazenamento. Nós cuidamos da parte que decide o projeto.

O tamanho disso

De 355 MW hoje para 3,55 GW em 2030

É a projeção do ONS para a demanda de data centers no Brasil — um salto de dez vezes em quatro anos, já considerando 22 contratos assinados e 18 demandantes.

No Nordeste são 30 projetos somando 8,3 GW, e o Ceará responde por cerca de um terço deles. Só no estado, os investimentos aprovados até 2033 passam de R$ 200 bilhões.

E o dado que mais importa para quem constrói: nas obras já em andamento no Pecém, 90% dos contratos foram fechados com empresas locais. Não é um mercado que se resolve importando fornecedor.

O que o Redata exige

O regime especial aprovado na Câmara em fevereiro de 2026 desonera imposto de importação, PIS/Cofins e IPI — R$ 5,2 bilhões em incentivo, com suspensão por cinco anos conversível em isenção.

Em troca, exige contrapartida:

  • Energia de fontes renováveis
  • Metas de sustentabilidade
  • Investimento no país
  • 40% dos recursos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Texto aprovado na Câmara e em tramitação no Senado. Condições finais sujeitas à sanção.

A conexão que quase ninguém faz

O Nordeste joga energia fora. O data center precisa de carga firme.

Entre janeiro e abril de 2026 o Brasil cortou 2.843 MW médios de geração solar e eólica — 2.233 MW só no Nordeste. É energia que existe, está contratada, e é descartada porque não há para onde escoar.

Ao mesmo tempo, o Redata empurra 40% do investimento em data center para exatamente essas regiões, e exige energia renovável.

É a mesma equação vista dos dois lados. Um data center bem localizado transforma geração desperdiçada em carga útil — e resolve, de uma vez, a contrapartida do regime e o custo de energia da operação.

O que decide a escolha de um sítio

  • Capacidade real do ponto de conexão, não a do papel
  • Fila de acesso e prazo até a energização
  • Distância da subestação e custo do ramal
  • Disponibilidade de geração renovável próxima
  • Espaço para geração própria e armazenamento no terreno
  • Redundância e caminho de contingência
  • Água, clima e acesso logístico

O que entregamos

A infraestrutura, não o rack

Não vendemos TI, refrigeração de sala nem operação de data center. Entregamos o que está embaixo disso: energia, terreno e obra — que é onde os projetos travam.

Prospecção de áreas

Busca e pré-avaliação de terrenos a partir do que realmente limita: ponto de conexão, capacidade disponível, fila de acesso, proximidade de geração renovável e logística.

Estudo de viabilidade energética

Análise de conexão, cenários de suprimento, custo de energia, geração própria, armazenamento e redundância. É o documento que sustenta ou derruba a decisão de sítio.

Conexão e subestação

Projeto e construção de subestação, ramal, proteção e controle, até a energização. É o escopo que a One Energy já executa em usina, aplicado a carga.

Geração própria

Usina solar dedicada ou contratada, dimensionada para a curva do data center — e para a contrapartida de renovável do Redata.

Armazenamento

BESS para firmar suprimento, deslocar carga e sustentar a operação. O grupo já integrou 175+ MW de armazenamento.

Obra civil e elétrica

Terraplenagem, fundações, redes de média e baixa tensão, infraestrutura elétrica interna e comissionamento, com equipe própria.

Por que nós

É a mesma obra, com outro cliente na ponta

Subestação, ramal de conexão, obra civil, montagem eletromecânica e comissionamento são exatamente o que a One Energy faz há mais de 450 MW construídos. A diferença é que, num data center, a energia entra em vez de sair.

E há um detalhe que pesa: já executamos obra no Nordeste, que é para onde o Redata empurra 40% do investimento e onde está a maior parte dos 8,3 GW anunciados.

Para quem trabalhamos aqui

  • Operadores e desenvolvedores de data center
  • Fundos e investidores avaliando sítios
  • Integradores e EPCs que precisam de parceiro local de energia
  • Indústrias avaliando data center próprio ou colocation
  • Proprietários de área com ponto de conexão disponível

Se você tem terreno com conexão e não sabe se serve, essa é exatamente a primeira pergunta que o estudo responde.

Vamos conversar

Energia é o que decide o sítio

Terreno bom com conexão ruim não vira data center. Conte o que você já tem — área, potência pretendida, região — e a gente responde o que é viável e em que prazo.

  • Subestação, conexão e obra executadas com equipe própria
  • Geração própria e armazenamento dimensionados para a sua curva
  • Experiência de obra no Nordeste, onde está a maior parte dos projetos

Falar sobre um projeto

Quanto antes a energia entrar na conversa, menos retrabalho depois.

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