Armazenamento colocalizado

A usina já existe. Falta parar de jogar energia fora.

Estudo de viabilidade e integração de bancos de bateria em usinas e sistemas de geração já em operação.

O problema, com número

Dois problemas diferentes, a mesma resposta física

Na geração centralizada

Entre janeiro e abril de 2026, 2.843 MW médios de solar e eólica foram cortados no Brasil — 17,2% da geração potencial. O Nordeste concentra 2.233 MW disso.

Em 2025, o desperdício de 20,6% de toda a solar e eólica disponível representou perdas da ordem de R$ 6 bilhões para o setor.

Na geração distribuída

O Fio B cobrado sobre a energia injetada subiu para 60% em 2026, e segue para 75% em 2027, 90% em 2028 e 100% em 2029.

Energia consumida no mesmo instante em que é gerada não passa pelo sistema de compensação — e não paga Fio B nenhum.

Em um caso a energia é cortada antes de chegar à rede. No outro, ela chega e vale cada vez menos. Nos dois, a resposta é armazenar.

O que mudou na regra

Agora existe caminho regulatório

Em junho de 2026 a ANEEL aprovou a outorga para Sistemas de Armazenamento de Energia, criando a modalidade colocalizado — armazenamento instalado junto a um gerador que já existe.

Antes disso não havia caminho claro para retrofit. Agora há. A Lei nº 15.269/2025 já havia criado o arcabouço legal do armazenamento no país.

O que entregamos

  • Estudo de viabilidade técnica e econômica, com o seu histórico de geração e de corte
  • Leitura do perfil de carga, do contrato vigente e da restrição de conexão
  • Dimensionamento do banco de baterias e da estratégia de operação
  • Projeto executivo e adequação da subestação e das proteções
  • Instalação, integração e comissionamento
  • Operação, manutenção e monitoramento

Um aviso honesto

Não trabalhamos com promessa de retorno

O retorno de um retrofit depende do regime de ressarcimento do corte de geração, do contrato da usina e do preço de energia no período — variáveis que mudam por projeto e por ano.

Trabalhamos com estudo que responde, com os seus dados, se o investimento faz sentido. Quando não faz, a gente diz. É o tipo de resposta que custa um cliente no curto prazo e constrói a relação no longo.

Vamos conversar

Comece pelo diagnóstico, não pela bateria

Mande o que você tem: histórico de geração, registro de corte, conta de luz ou o contrato da usina. Com isso conseguimos dizer se armazenar resolve o seu caso — e de que tamanho.

  • Estudo com os seus dados, não com média de mercado
  • Modalidade colocalizada, conforme a regulação vigente
  • Resposta clara também quando o projeto não se sustenta

Pedir um estudo de viabilidade

Quanto mais dados você tiver, mais rápido a resposta chega.

Usamos seus dados apenas para responder a esta solicitação, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados. Veja o aviso de privacidade.